2008-02-07

Poeta Irajá - S.O.S Velho Chico

Na Serra da Canastra,
Lá nas Minas Gerais
Nasce rio caudaloso
Que somente bem nos traz.

Com 3161 quilômetros
É um rio magistral
Chamado Nilo brasileiro,
Ou da unidade nacional.

Ao desaguar no Atlântico,
Separa Sergipe e Alagoas.
Onde passa suas águas
Semeia só coisas boas.

É um rio de planalto
Nos vales correndo manso.
Mas tem linda cachoeira
Conhecida por Paulo Afonso.

Encanta todas as encostas
Sob este céu de anil,
Produzindo só riqueza
Para o nosso Brasil.

Enche mesas com fartura,
Promove as irrigações,
Nos traz energia elétrica,
Iluminando os sertões.

Vida intensa, fantástica,
Peixes de todas as espécies...
E o que damos a ele,
Será que ele merece?

Esgoto e desmatamento,
Garimpeiros a escavar...
Com tortura e sofrimento
O Chico vive a chorar.

Não deixem Chico morrer,
Ele nunca nos fez mal.
Só produz riquezas
No território nacional.

Minas Gerais e Bahia,
Alagoas, Sergipe, Pernambuco.
O velho Chico fornece
A todos nós muito lucro.

O poeta aqui representa
Pescadores e beiradeiros,
Inúmeras comunidades,
Com milhões de brasileiros.

Cuidemos, pois deste rio,
Nosso rico manancial,
Provando que ainda temos
Um bom senso racional.

Poeta Irajá

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